Crack. Nem pensar!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Reinício...

Há muito tempo já sem escrever no meu blog, retorno neste início de 2012, sem saber muito ao certo se terei muito o que dizer aos amigos. Mas, como o primeiro passo para se atingir o sucesso é iniciar, neste caso, reinicio este blog, desejando a todos um Feliz Ano Novo, lotado de coisas boas e de acontecimentos felizes.
Abraço a todos.

--
Sandro Santos
55-8406.4282
http://sandrorlsantos.blogspot.com
http://twitter.com/srlsantos
sandro.rlsantos@gmail.com

Sou doador de sangue e de medula.
Sou doador de órgãos e tecidos.
E  você ?


domingo, 23 de janeiro de 2011

O Cabo do Exército Odílio Cruz Rosa

Retransmito esta mensagem, não só por concordar com ela, mas por dever de consciência. (Sandro)

Por Flávio Marcelo Lima dos Santos - Major do Exército Brasileiro

Àqueles que nunca refletiram sobre o assunto e possuem um opinião formada pela "opinião dos outros", sugiro que procurem conhecer verdadeiramente os fatos históricos ocorridos no período do governo militar. Pra isso, temos que ler/ouvir todos os lados, jamais apenas um.
Estou remetendo este e-mail somente às pessoas que considero esclarecidas e potenciais formadores de opinião, no momento ou no futuro.
Causa-me extrema revolta acompanhar sistematicamente em todos os meios (imprensa, universidades, políticos, religiosos, ...) uma veiculação parcial, distorcida, vergonhasemente mentirosa e mal intencionada do período histórico em que os militares estiveram no governo. Os que não viveram aquela época lucidamente (aí me incluo) e, por desinteresse e/ou comodidade, não procuram saber o que realmente houve no período (agora não é o meu caso!), são facilmente bombardeados e marcados com uma versão falsa e canalha sobre a suposta "luta pela democracia".
Amigos! Sou um afixionado pelo assunto, o que me leva permanentemente a combater essa injusta guerra com as armas que possua. A principal delas, a internet, através da distribuição aos meus amigos dos e-mails que julgo relevantes para fazê-los refletir e questionar as "verdades" maciçamente retratadas por mal-intencionados e/ou mal informados.
Se você não se importa com esse assunto, desculpe-me por ter tomado seu tempo com isso.
Se você gostaria de saber um pouco mais, porém não tem opinião formada, deixo uma ideia "ponto de partida" e um "desafio":
- Ponto de partida:
a) aqueles que hoje se dizem perseguidos pelo regime militar, torturados, prejudicados de alguma forma (políticos, artistas, jornalistas etc), não estavam lutando por nenhuma democracia. Eles, sim, queriam implementar um ditadura comunista no Brasil. Estiveram na China, na ex-URSS, em Cuba, treinando táticas de guerrilha e terrorismo para, através da luta armada contra os seus compatriotas brasileiros, implantarem essa ditadura. A bem da verdade, a maioria eram "jovens", dislumbrados com uma romântica ideia de socialismo, igualdade, justiça social, eufemismos usados pelo comunismo para justificar o regime. Muitos deles, hoje, admitem terem "embarcado" nessa onda por imaturidade e falta de informação. Se arrependem. Os mais dignos e honrados nem admitem receber as famigeradas "indenizações" (pagas somente para os que defendiam e lutaram pelo comunismo);
b) Os militares não deram nenhum "golpe" para deliberadamente se estabelecerem no poder. Os militares assumiram o poder porque a população pediu; o país vivia uma bandalheira. Os militares assumiram o poder para evitar que a verdadeira ditadura se estabelecesse;
c) os que queriam implantar o comunismo (chamarei, didaticamente, de "subversivos") estavam verdadeiramente dispostos a matar, sangrar e roubar seus próprios irmãos brasileiros. E o fizeram. Descaradamente. Mataram, inclusive, seus próprios companheiros (chamavam de "justiçamento"). E hoje não admitem, por vergonha e covardia.
d) os subversivos, fugindo para a zona rural onde poderiam aplicar as técnicas de guerrilha aprendidas naqueles países mencionados, se instalaram em vários locais. Estavam dispostos a matar, e mataram. Mataram civis inocentes e militares que estavam no cumprimento do dever estatal. Estavam em "guerra", voluntariamente. Não foram obrigados a se meterem nisso. Muitos dos que sobreviveram, muitos dos que foram presos e, após, "anistiados", hoje estão em todas as esferas de influência (governos, igrejas, artes, universidades...). Traíram a Pátria. Hoje, com todas as suas forças, estão a sugando.
e) isso são FATOS, registrados na história. Estão em livros, jornais da época, documentos oficiais, na lembrança dos nossos pais e avós... não é um desejo meu. É fato!
f) há muito mais informações que eu poderia incluir nesta mensagem. Foi difícil eleger apenas estas... mas, como não tenho a pretensão de ensinar história pra ninguém, acho que são alguns pontos que já podem despertar o interesse de alguém em questioná-los.
- Desafio: a partir das informações acima, procurem conhecer o passado recente do nosso país através de suas próprias pesquisas. Não acreditem no que acabei de escrever; não acreditem no que veiculam por aí... façam, imparcialmente, sua própria pesquisa sobre os fatos. Assim como eu, vocês (ou alguns de vocês) não viveram essa época com a maturidade suficiente para a compreensão do que ocorria. Por isso, leia e pesquise. Aí sim, garanto, poderão acreditar no que escrevi. Não se deixe enganar por versões de um lado só; principalmente do lado daqueles que foram treinados para mentir, mentir e mentir, até que o falso torne-se verdadeiro. Isso é ensinado nas táticas de guerrilha em Cuba, por exemplo.

Segue, abaixo, mais um relato sobre a história. Utilize como julgar melhor.
Aqueles que se instigarem pelo assunto e queiram saber como pesquisar, fuçar os fatos, entender tudo isso, estou inteiramente a disposição para trocar ideias e compartilhar informações.
Aqueles que não se interessam por isso, peço que me perdoem pela chateação deste longo e-mail.

Atenciosamente
FLÁVIO MARCELO LIMA DOS SANTOS
Major FLÁVIO - AMAN Art 96
Comandante da Companhia de Comando da 6ª Divisão de Exército
Sou doador de órgãos!

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." (Rui Barbosa)


O Cabo do Exército Odílio Cruz Rosa.

Um preito de reconhecimento.

Aprendi, desde as primeiras letras e ainda nos bancos da catequese, que todas as pessoas são iguais em essência. Por isso, ao acompanhar o noticiário sobre a busca de ossadas humanas na região onde houve a guerrilha do Araguaia, causa-me estranheza a forma desigual como são tratadas as personagens daquele episódio histórico.

Os jovens integrantes de organizações de esquerda que lá estavam para instalar um foco guerrilheiro, por influência de seus chefes partidários, pensavam derrotar a chamada "ditadura militar", a fim de "restabelecer a democracia" no Brasil. Na verdade, era a senha para a implantação sim de uma forma radical de comunismo, fosse aos moldes da China, de Cuba ou, surpreenda-se, até da Albânia.

Hoje, aqueles jovens são tidos pela imprensa como "idealistas fuzilados pelo Exército", num endeusamento que já vem de anos. Como se, dentre as forças em presença, só a eles fosse concedida a prerrogativa de serem heróis e idealistas.

Pouco ou nenhum caso é feito para com os militares de todas as Forças que para lá seguiram a fim de debelar o foco guerrilheiro. Desta forma, torna-se digno de nota que a chamada grande imprensa não procure destacar as condições nas quais foi morto o Cabo do Exército Odílio Cruz Rosa “o Cabo Rosa” que, este sim fuzilado pelos guerrilheiros treinados em Pequim/China, veio a ser a primeira vítima fatal da guerrilha, apanhado numa emboscada desencadeada pelos idealistas, morrendo a oito de maio de 1972.

O Cabo Rosa, justamente por ser Cabo, também era jovem. Tinha pai, mãe, irmãos, amigos. Tinha gostos, aspirações, preferências, torcia por um time... E por que então não é resgatada a sua história de vida ou, pelo menos, as circunstâncias de sua morte? Certamente, não daria muito trabalho à imprensa. Sua história seria fácil de contar, pois, afinal, foi uma vida simples, sofrida como a de tantos outros jovens brasileiros. Porém, foi curta, interrompida bem cedo, pelo chumbo dos idealistas, estes, por sua vez, já retratados em vários filmes patrocinados com verbas públicas. Para ser justo, devo destacar o estudo da vida do Cabo Rosa feito pelos jornalistas Thais Morais e Eumano Silva em livro do ano de 2005, mas que, por seu preço elevado, ficou confinado a um grupo restrito de leitores.

Acredito que boa parte das pessoas que procuram informar-se pelos jornais gostaria de saber como está vivendo, se ainda viva, a senhora mãe do Cabo Rosa, com a mirrada pensão militar que o filho falecido lhe legou. Como estão seus irmãos e amigos, que não tiveram a oportunidade de se auto-exilarem e formarem-se em cursos superiores de elevado nível no exterior?

Ou considera-se que, em essência, a dor e a saudade dos familiares do Cabo Rosa são menos dolorida e sentida que a de outros?

O Brasil não nasceu quando os jovens jornalistas atualmente em serviço terminaram suas faculdades, nem nasceu com o fim dos governos revolucionários pós-1964. O Brasil nasceu bem antes e construiu sua História ao longo dos séculos, criando, desenvolvendo, aperfeiçoando e tornando permanentes certas instituições, como a Justiça, por exemplo; como as Forças Armadas, por exemplo; como o Exército Brasileiro, por exemplo.

Por isso, quando os militares receberam a missão de neutralizar o foco guerrilheiro, não saíram por aí qual um "bando" de facínoras que fuzilava idealistas. Integravam sim uma força armada legalmente constituída e taticamente organizada, em combate “destaco: combate - contra uma outra força, também armada, que lhe opunha resistência”.

Se a força guerrilheira (e ela própria assim se intitulava) era mal armada, mal alimentada, mal vestida, mal suprida, enfim, mal comandada, quem deve responder são os ícones partidários. Alguns já são falecidos, mas outros estão aí, bem vivos. Quem sabe eles, ou seus partidos políticos, possam também ser acionados judicialmente e responsabilizados pelas mortes dos idealistas insidiosamente afastados de suas famílias e enviados para o Araguaia?

Tomo o caso do Cabo Rosa como emblemático. Sei de outros militares que combateram a guerrilha “tanto na cidade como no campo” que foram mortos ou feridos, e há ainda aqueles aos quais os jovens idealistas não concederam nem o supremo orgulho de morrerem combatendo, matando-os à traição. Todos tinham famílias. Como elas estão hoje?

Senhores, "Cabo Rosa" não é apenas o nome de uma clareira perdida na mata, onde, conforme os jornais, militares fuzilavam idealistas. "Cabo Rosa" é nome dado pelo Exército a uma base de instrução especializada localizada às margens da Rodovia Transamazônica, onde "outros jovens idealistas" são muito bem treinados na arte da guerra na selva. "Cabo Rosa" é antes de tudo o nome de um verdadeiro herói. E o Exército cultua seus heróis.

Ou, modernamente, ser herói é uma questão partidária ligada ao pensamento "politicamente correto"?

O que diriam a "Dona" Olindina e o "Seu" Salvador, pais do Cabo Rosa?

Os filhos dos outros são tidos como heróis. E o filho deles? Não?

Se a todos os idealistas e familiares for concedida certa reparação econômica, a família do Cabo Rosa também será contemplada?

Jorge Alberto Forrer Garcia “Coronel R1”.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A REVOLUÇÃO SILENCIOSA

Assino embaixo deste texto de Diego Casagrande:
 
17.07.2006
A REVOLUÇÃO SILENCIOSA
por Diego Casagrande, jornalista
Não espere tanques, fuzis e estado de sítio. Não espere campos de concentração e emissoras de rádio, tevê e as redações ocupadas pelos agentes da supressão das liberdades. Não espere tanques nas ruas. Não espere os oficiais do regime com uniformes verdes e estrelinha vermelha circulando nas cidades. Não espere nada diferente do que estamos vendo há pelo menos duas décadas.

Não espere porque você não vai encontrar, ao menos por enquanto.

A revolução comunista no Brasil já começou e não tem a face historicamente conhecida. Ela é bem diferente. É hoje silenciosa e sorrateira. Sua meta é o subdesenvolvimento. Sua meta é que não possamos decolar. Age na degradação dos princípios e do pensar das pessoas. Corrói a valoração do trabalho honesto, da pesquisa e da ordem. Para seus líderes, sociedade onde é preciso ser ordeiro não é democrática. Para seus pregadores, país onde há mais deveres do que direitos não serve. Tem que ser o contrário para que mais parasitas se nutram do Estado e de suas indenizações. Essa revolução impede as pessoas de sonharem com uma vida econômica melhor, porque quem cresce na vida, quem começa a ter mais, deixa de ser “humano” e passa a ser um capitalista safado e explorador dos outros. Ter é incompatível com o ser.

Esse é o princípio que estamos presenciando. Todos têm de acreditar nesses valores deturpados que só impedem a evolução das pessoas e, por conseqüência, o despertar de um país e de um povo que deveriam estar lá na frente.

Vai ser triste ver o uso político-ideológico que as escolas brasileiras farão das disciplinas de filosofia e sociologia, tornadas obrigatórias no ensino médio a partir do ano que vem. A decisão é do ministério da Educação, onde não são poucos os adoradores do regime cubano mantidos com dinheiro público. Quando a norma entrar em vigor, será uma farra para aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, mais estatizada e onde o moderno é circular com a camiseta de um idiota totalitário como Che Guevara.

A constatação que faço é simples. Hoje, mesmo sem essa malfadada determinação governamental - que é óbvio faz parte da revolução silenciosa - as crianças brasileiras já sofrem um bombardeio ideológico diário. Elas vêm sendo submetidas ao lixo pedagógico do socialismo, do mofo, do atraso, que vê no coletivismo econômico a saída para todos os males. E pouco importa que este modelo não tenha produzido uma única nação onde suas práticas melhoraram a vida da maioria da população. Ao contrário, ele sempre descamba para o genocídio ou a pobreza absoluta para quase todos.

No Brasil, são as escolas os principais agentes do serviço sujo. São elas as donas da lavagem cerebral da revolução silenciosa. Há exceções, é claro, que se perdem na bruma dos simpatizantes vermelhos. Perdi a conta de quantas vezes já denunciei nos espaços que ocupo no rádio, tevê e internet, escolas caras de Porto Alegre recebendo freis betos e mantendo professores que ensinam às cabecinhas em formação que o bandido não é o que invade e destrói a produção, e sim o invadido, um facínora que “tem” e é “dono” de algo, enquanto outros nada têm. Como se houvesse relação de causa e efeito.

Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro “Geografia”, obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora. Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro. O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade. Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de “alguns” e que assentamentos e pequenas propriedades familiares “são de todos”. Aprendem que “trabalhar livre, sem patrão” é “benefício de toda a comunidade”. Aprendem que assentamentos são “uma forma de organização mais solidária... do que nas grandes propriedades rurais”. E também aprendem a ler um enorme texto de... adivinhe quem? João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros. O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence. Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que “meninos e meninas, a nova geração de assentados... formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST”.

Essa é a revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas. Nada mais totalitário. Nada mais antidemocrático. Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazi-fascista.

Tristes são as conseqüências. Um grupo de pais está indignado com a escola, mas não consegue se organizar minimamente para protestar e tirar essa porcaria travestida de livro didático do currículo do colégio. Alguns até reclamam, mas muitos que se tocaram da podridão travestida de ensino têm vergonha de serem vistos como diferentes. Eles não são minoria, eles não estão errados, mas sentem-se assim. A revolução silenciosa avança e o guarda de quarteirão é o medo do que possam pensar deles.

O antídoto para a revolução silenciosa? Botar a boca no trombone, alertar, denunciar, fazer pensar, incomodar os agentes da Stazi silenciosa. Não há silêncio que resista ao barulho.
 
(http://www.opiniaolivre.com.br/index.php?flavor=lerArtigo&id=419)
 
"EM OUTUBRO LEMBRE-SE: URNA NÃO É LIXEIRA" - "VOTO NÃO TEM PREÇO, TEM CONSEQÜÊNCIA"

"O MAIOR CASTIGO PARA AQUELES QUE NÃO SE INTERESSAM POR POLÍTICA É QUE SERÃO GOVERNADOS PELOS QUE SE INTERESSAM" (Arnold Toynbee)

Foro de São Paulo!

É por estas e outras manifestações históricas sobre o que pensam e como pretendem agir, pouco a pouco, que não me sinto seguro em ver novamente os correligionários de Lula, Chavez, fidel e companhia!

Retransmito texto recebido por email:
http://www.ternuma.com.br/osmarbarros1002.htm

O 16º Encontro do Foro de São Paulo

(Osmar José de Barros Ribeiro, em 22/08/2010)

Entre 17 e 20 de agosto de 2010, teve lugar em Buenos Aires o 16º Encontro do Foro de São Paulo, fundado em 1990 por Fidel Castro, tendo Lula por "sócio" e líder nominal.

O Foro, idealizado quando do início da queda do Império Soviético,  provavelmente contou com a supervisão e coordenação do KGB, pois, afinal, o sonho comunista não poderia ter um fim tão melancólico e acachapante. O problema estava em encontrar uma extensão territorial contínua e ocupada por países num grau civilizatório semelhante.

A América do Sul e o Caribe reuniam as condições ideais para substituir o que fora perdido na Europa Oriental: países em diferentes níveis de desenvolvimento mas com idiomas semelhantes; povos carentes de educação; problemas de estratificação social; administração pública com elevada corrupção e, entre outros quesitos, a existência de uma sólida base territorial em Cuba.

A liderança ostensiva do Foro, por razões óbvias, não poderia ser entregue ao ditador cubano e, em conseqüência, haveria necessidade de ser encontrado alguém mais jovem, sem ligações ostensivas com o Partido Comunista e com prestígio nos meios político e sindical.

O nome de Lula deve ter sido cogitado desde o início. Afinal, no maior, mais rico e populoso país ibero-americano, era o líder inconteste de um novo partido, o PT e tinha, a assessorá-lo, conhecidos esquerdistas, uns tantos vindos dos movimentos subversivos derrotados pela Contra-Revolução de 1964 (muitos deles treinados em Cuba) e outros, majoritariamente criptocomunistas, professores universitários, jornalistas, artistas populares, religiosos, etc.

"Há 20 anos, 42 partidos e movimentos progressistas da América Latina e do Caribe reuniram-se em São Paulo - convidados pelo Partido dos Trabalhadores - para um Encontro sem precedentes na recente história política de nosso Continente. Nascia o que um ano depois, no México, seria chamado de Foro de São Paulo" (Trecho da carta enviada por Lula aos participantes do Encontro do FSP, na Argentina). Eram Partidos comunistas, socialistas e "movimentos progressistas" (na verdade guerrilheiros), dentre os quais vale citar o Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR) chileno e as FARC-EP, da Colômbia, além de outros que seria fastidioso enumerar. 

Durante muitos anos, num silêncio cúmplice, os meios de comunicação evitaram falar no Foro de São Paulo e, aqueles jornalistas que tinham tal petulância, eram discriminados e taxados de "direitistas", vale dizer, sem credibilidade. Com a posse de Lula e sua ostensiva participação nos eventos ligados ao FSP, a imprensa passou a tratar do tema com maior freqüência, muito embora cheia de cuidados para não ferir os melindres presidenciais. 

Hoje, passados vinte anos da sua criação,partidos que integram o Foro governam 11 países da América Latina, defendendo propostas que vão da implantação pura e simples do modelo cubano aos que aceitam conceder um pouco mais de liberdade... desde que os protagonistas alinhem-se ao governo.

Em sua carta, o presidente brasileiro revelou mais um segredo de Polichinelo: a partidarização da nossa política externa com a criação da UNASUL, uma das metas do FSP posta em prática pelo governo federal. Mas existem outras coisas que não foram mencionadas tais como a elevação da bandeira comercial do MERCOSUL ao nível da Bandeira Nacional; a recusa em mediar a questão das "papeleras" entre o Uruguai e a Argentina; a ajuda econômica a Cuba (esquecendo os nossos próprios problemas); a mansa e pacífica aceitação de violências contra os interesses brasileiros na Bolívia e no Equador; o alinhamento aos interesses paraguaios em Itaipu e um sem número de outras medidas "internacionalistas". < span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">

Por último, ninguém duvide, as propostas apresentadas e aprovadas no Encontro, dentre elas um maior controle estatal (leia-se do PT) sobre os meios de comunicação, continuarão a ser buscadas. E não será de estranhar se, obtendo maioria no Senado, o governo conseguir aprovar as medidas esposadas pelo Foro e que estão longe, muito longe, de serem democráticas.







sábado, 14 de agosto de 2010

Mensagem aos candidatos às eleições 2010.

Seguindo uma idéia veiculada nos meios de comunicação, onde um suposto empregador faz perguntas muito semelhantes às que normalmente são feitas em um processo seletivo de emprego, decidi que gostaria de fazer o mesmo com os candidatos às eleições deste ano. Não recordo a autoria desta idéia no momento, mas acho que é de algum órgão de governo, mesmo.
Já tenho meus candidatos definidos à Presidência e ao governo do RS, mas aos demais cargos ainda não tenho a menor idéia em quem votar! Até tenho, na verdade, mas sem muita convicção...Todos, portanto, terão a chance de me convencer a  votar, ou até mesmo confirmar minha preferência.
Gostaria de lhes perguntar sobre suas motivações em concorrer a um cargo público.
Aqui estão algumas destas perguntas:
1- são motivos nobres e sociais, como deveriam ser em sua essência, ou se aspirações pessoais e financeiras falam mais alto ao sacrificarem suas carreiras profissionais em nome de um bem maior?
2- quais são seus projetos para o período em questão? São viáveis ou apenas eleitoreiros?
3- quais suas realizações e aptidões pessoais?
4- sua qualificação moral e ética são suficientemente inabaláveis para me representar politicamente?
5- teria coragem de abrir mão de suas convicções para que um bem socialmente mais importante seja implementado, mesmo contrário ao seu ponto de vista pessoal?
6- em caso de algum arranhão em sua trajetória, teria a nobreza de assumir seus erros e abdicar despretensiosamente de seu mandato?
7- abriria mão do corporativismo, mesmo que seus colegas de partido e seus amigos políticos estivessem envolvidos em falcatruas ou conduta incompatível a um representante do povo?
Não estou disputando nenhuma vaga nestas eleições, mas PROMETO que aqueles candidatos que se dispuserem a me responder estas questões, estarão entre os que escolherei para me representar neste próximo mandato.
Espero ter muito trabalho pela frente, comparando perfis e escolhendo os melhores currículos que receber.
Não tenho muita certeza disso, mas a oportunidade está lançada!!!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Faixa de segurança : é urgente a adaptação de motoristas e pedestres. Para o bem de todos!

 
Antes de mais nada, gostaria de lembrar que todos somos pedestres. Mesmo os motoristas! Portanto, todos usuários preferenciais nas faixas de seguranças.
Dito isso, vamos adiante.
Sempre que ando pelas ruas, me utilizo de um requisito básico: nunca tenho a preferência no trânsito. Se estou motorista em dado momento, o pedestre é o preferencial. Se estou pedestre, os veículos têm a preferência. Simples assim! Acho que estarei mais seguro agindo desta forma. Digo isso, pois noto que nem todas as pessoas têm essa preocupação, estejam elas travestidas em pedestres ou motoristas.
É muito comum ver pedestres que atravessam às ruas de modo tão irresponsável, que consigo ler seus pensamentos: “sou pedestre, tenho a preferência, e se o motorista me atropelar, azar é o dele! Vai se incomodar com a justiça, hehehe”. Incrível como percebo isso a todo o momento! Só que o pedestre irresponsável, que pensa assim, não se dá conta de que esta atitude poderá modificar sua qualidade de vida ou pior, custar a continuidade dela. Se estivesse consciente desta hipótese, seu comportamento seria outro, de maior sensatez, com certeza!
Por outro lado, os que estão dirigindo seus veículos, ainda não respeitam a preferência que as pessoas têm, ao demonstrar intenção de atravessar uma via, mesmo na faixa de segurança. Pior ainda, fora dela! Confesso que, ao parar meu veículo para dar a preferência legal a quem está prestes a cruzar uma via, um filme de horror começa a passar diante de meus olhos, pois os outros veículos não fazem  imediatamente o mesmo, nem o pedestre aguarda até que todos estejam definitivamente parados, dando-lhe condições seguras de chegar ao lado oposto da via.
Com isso, fico desesperado ao acompanhar pelo espelho retrovisor, que os outros motoristas ainda não se deram conta da situação e não vão brecar a tempo, enquanto que os pedestres, ao perceberam que tão somente um veículo lhes deu a preferência, iniciam a travessia da pista. A qualquer momento, sinto que irei presenciar, de camarote, um atropelamento coletivo!
Aí vem a dúvida cruel: o atropelamento teria sido causado por mim, que seguindo às normas de trânsito vigentes, parei meu veículo na faixa de segurança e provoquei uma barbárie? Será que ainda não estamos preparados, pedestres e motoristas, para sermos cidadãos educados no trânsito? Será? Será? 
Será, meu Deus?!?!

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Sou doador de sangue e de medula.
Sou doador de órgãos e tecidos.
E  você ?

Férias no Noroeste do RS - Município de Santo Cristo, Hotel Fazenda Três Cascatas.

Férias no Noroeste do RS - Município de Santo Cristo, Hotel Fazenda Três Cascatas.
Preciso arrumar esse vazamento de água no quintal lá de casa...